A strip é a avenida principal da parte turística de Vegas, onde ficam os cassinos mais famosos. Toda vez que caminho por lá lembro de um vizinho que tínhamos em Porto Alegre, que colocava várias estátuas de tudo que era contos de fadas no jardim na frente da casa dele. Essa é a minha definição de Vegas: um jardim gigante de uma pessoa com mal gosto. É divertido ver as reproduções das ruas de Nova Iorque e Paris, de castelos medievais, de pirâmides e esfinges. A idéia de Las Vegas também é interessante. "What happens in Vegas stays in Vegas" é um slogan usado pela própria cidade em propagandas de TV. E as pessoas vão pra lá com esse espírito. Caminhando nas ruas se vê pessoas bêbadas (trêbadas) com copos de margaritas de um metro e meio de altura (sério!) e mulheres flashing pras câmeras digitais. Again, not my favorite city. Mas eu gosto do Bellaggio, que não deixa de ser brega, mas tem um showzinho de águas e música muito bonito.

Bellagio
Sábado de manhã fomos pra Hoover Dam, represa que fica a uns 30 minutos de Las Vegas, na divisa de Nevada com Arizona.

Hoover Dam
E seguimos para o Grand Canyon. Lembro que o que mais me impressionou foi a floresta que tem em volta do Grand Canyon. Sempre pensei que o canyon era no meio do deserto, mas estava errada. Imagina as pessoas há muito tempo atrás (antes dos Estados Unidos serem Estados Unidos) querendo ir para o Norte, demorando dias, talvez semanas, para atravessar a floresta e de repente elas dão de cara com um buraco gigantesco. Coitadas. Mas hoje têm estradas que contornam o Grand Canyon (só tem que cuidar com os Elks que se assustam com o carro e correm desesperados) e vão para Page, cidade que passamos a noite.

Grand Canyon
Page é uma cidade bem simpática, minúscula e no meio do deserto no norte de Arizona, mas com hotéis baratos e bons. E ainda perto do Lake Powell e do Glen Canyon, duas outras atrações naturais.

Glen Canyon

Lake Powell
Cruzamos a fronteira voltando pra Utah, e fomos visitar o meu lugar favorito em toda a viagem: Zion National Park! Gosto do Zion mais que do Grand Canyon porque o acho muito mais interativo. Antes de chegar no Visitors Center, dirigimos por dentro de cânions e túneis que cortam montanhas.

Zion National Park
Estacionamos e pegamos o shuttle, que leva a todas as trilhas (são várias). O motorista vai dando informações sobre animais, características e história da região. É possível caminhar por trilhas de 5 minutos e de 5 horas, que te levam de rios nas partes mais baixas do cânion até as pedras mais altas. Tem um pouco de tudo para todo mundo, e um dos motoristas do shuttle era muito engraçado (é dele a autoria da frase "So many trails, so little energy").

Zion National Park
E depois de percorrer as trilhas mais fáceis, voltamos pra casa.
3 comments:
Querida!
Que final de semana maravilhoso vcs presentearam o Paulo.
Qdo eu for aí este será um passeio possível?
E, tu e o Carlos est!ao ótimos.
Tu és a minha lindinha.Sempre sorrindo.
Te amo.
As fotos do Grand Canion parecem de mentira!
heheh...
Quando tu chegas exatamente?
Pois é, quando usamos flash as fotos parecem de mentira...falei pro Carlos que parecia que estávamos em frente a um poster.
Chegamos dia 25 de Maio, as 13:35.
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