Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de construções por tudo que é lugar. Não sei se é sempre assim, mas a Nova Iorque que eu conheci está em constante obras. Vários lugares antigos estão sendo restaurandos, o que é bom, mas não quando a gente é turista e quer tirar fotos dos prédios legais. É impressionante como a arquitetura é variada e ostentante (existe esta palavra?) de uma certa maneira. Não sei quase nada de arquitetura, mas a impressão que eu tive é de que cada prédio foi planejado para chamar a atenção e parecem gritar "look at me!" (assim como muitas das pessoas lá). Mas mesmo assim Nova Iorque consegue ter uma certa harmonia e tranquilidade que dá para ver nos parques com as pessoas tomando banho do sol, conversando, jogando cartas ou xadrez e tirando fotos com cameras super hiper profissionais. Parece ser uma cidade divertida de morar :)
Finalizamos a minha visita no aniversário do Carlos com um concerto grátis da Orquestra Filamôrnica de Nova Iorque na Cathedral John the Divine. O concerto começou às oito da noite, mas chegamos na fila umas cinco horas da tarde. Conseguimos uns lugares bem bons, e valeu muito a pena a espera, que nem foi tão cansativa já que achamos umas coisinhas divertidas para fazer (vide fotos). Foi possível fazer isso porque já tínhamos visitado vários outros lugares importantes e famosos, então não tínhamos uma lista de coisas para fazer muito comprida para segunda.
Outra coisa muito boa lá é a comida. Claro que tive que experimentar um New York cheesecake, e foi no Junior's do Grand Central Terminal. Muito bom, o melhor cheesecake que já comi. A Columbus Bakery é maravilhosa também, e em um dos dias o Carlos e eu compramos nosso almoço lá e fizemos um picnic no Central Park. Até em Ossining tem um monte de restaurantes, e os que fomos eram muito gostosos - incluindo restaurantes português, italiano e japonês. O restaurante português, Doca's, foi bem divertido. Só tinha português, clientes e funcionários, falando português de portugal - que descobrimos que apesar de os entendermos eles não compreendem muito bem o nosso portugues (de repente fazem até questão). Assim era mais fácil se comunicar em inglês mesmo.
Agora vejo o Carlos no próximo fim de semana comprido, que é o feriado de 4 de julho, quando ele vem para Salt Lake City.

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