Na sexta decidimos que íamos entregar o carro na locadora e pegar transporte público. Acordamos cedo, e fomos pra Oakland. Depois de entregar o carro pegamos o bart. Demoramos um tempo para entender como comprar nossa passagem, mas não muito! Tem umas maquinas como se fossem caixas eletronicos; tu escolhe quantos tiquetes e que valor vai em cada um e a maquina imprime-os para ti. Para saber o valor da tua viagem tu usa uma tabela. De Oakland pra São Francisco é um valor X (não lembro quanto), e de São Francisco para Pleasanton (que fica perto de Livermore) é um valor Y. Então cada tiquete tinha que ter o valor X+Y. Depois funciona como qualquer outro metro (pelo menos eu acho, os unicos que eu tinha andado antes foram o de Porto Alegre e do Rio de Janeiro). O interessantes do bart é que ele vai muito rápido e passa por debaixo da água (mas precisamente da San Francisco Bay). Dá para sentir a pressão nos ouvidos, bem forte.
Chegamos em São Francisco e, como eu tinha lido no nosso guia, estava frio. Fazia muito tempo que não andava em uma cidade grande, com pessoas na rua. Aqui em Salt Lake as pessoas não caminham na rua, todo mundo tem carro. Mas ontem na verdade havia muita gente na rua, mas era sábado (dia de passear com a família) e o dia estava muito bonito. Bom, voltando para São Francisco...fomos até o centro de informações a turista. Compramos um mapa e um passe para usar qualquer sistema de transporte publico em São Francisco e depois fomos pegar o famoso Cable Car. Enquanto esperavamos na fila com um monte de turistas, duas mulheres estavam fazendo publicidade das barras de chocolate aMazing (m&m's). Ganhamos quatro barras de graça! Adoro São Francisco! Notem que não eram como geralmente é no Brasil, que fazem uma versão menor do chocolate para dar como amostra grátis. Estas eram as barras de verdade.
Pegamos o Cable Car que precisavamos para ir para a Lombard Street (rua mais "torta" ou "curva" do mundo). Muito engraçado porque o "motorista" do nosso Cable Car era um cara super musculoso e com cara de malvado, mas ele não era tão malvado quanto parecia. No final das contas ele tinha que empurrar o Cable Car no fim da linha para trocá-lo de sentido, e gritar com os turistas que queriam fazer coisas idiotas. Mas o passeio foi muito divertido.

Carlos na Lombart Street

Eu na Lombart Street

Lombart Street

Carlos e eu caminhando
Depois descemos até o Fisherman's Wharf (Cais do Pescador). Cheiro de praia, que não sentia há muuuuuito tempo.

Carlos no Fisherman's Wharf

Eu, em algum lugar nos Piers
Fomos para casa depois de caminhar muito pelos piers, ver vários animais mortos (frutos do mar) e vivos (gaivotas, leões marinhos); um submarino, que eu reclamei que tinha uma vassoura velha no topo, mas depois aprendi que era de propósito; um museu com maquinas que antigamente divertiam as pessoas, como aquela que aparece naquele filme com o Tom Hanks "Quero ser Grande".
Chegando em Livermore nos encontramos com o pessoal daqui de Utah que também vai trabalhar no LLNL. Jantamos com o Huy, o Steve e a esposa em um restaurante indiano bem gostoso e depois comemos sorvete de sobremesa na casa do Steve e da Kristi. Foi um dia bem divertido.
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